segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Orações coordenadas e subordinadas

O Pedro foi para casa.
A Paula ficou na escola.

O Pedro foi para casa e a Paula ficou na escola.

Esta é uma oração coordenada copulativa, a qual tem uma conjunção coordenativa copulativa a ligar as duas orações que podiam subsistir enquanto frases simples.
:
O Francisco não foi à escola porque estava doente.

Nas orações subordinadas, a oração subordinante pode subsistir sozinha, mas o seu sentido fica completo com a oração subordinada, a qual não pode subsistir sozinha, precisando por isso e sempre da da oração subordinante.

O Francisco não veio à escola porque estava doente.

O Fraqncisco não veio à escola.
Esta frase faz sentido, contudo em conjunto com a frase seeguinte, fica mais completa.
Estava doente.
esta frase não faz sentido, é agramatical

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Orações subordinadas adjectivas relativas explicativas

Os agriculttores, que semearem os campos, terão boas colheitas.
a oração relativa, introduzida por um pronome relativo e que se encontra entre vírgulas, dá apenas uma informação facultativa e adicional acerca dos agricultores, mas não faz qualquer restição ao número de argicultores que semearam ou não os campos. A omissão da relativa não altera o sentido da subordinante. Estas relativas têm sempre um antecedente, neste caso o antecedente do pronome relativo é - agricultores.
Estas relativas explicativas exercem a função de modificador apositivo do nome , tradicionalmente conhecido por aposto.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Orações subordinadas adjectivas relativas restritivas

Os alunos que terminaram o teste podem ler um pouco do livro.

a oração - que terminaram o teste - é introduzida pelo pronome relativo QUE e é uma oração subordinada relativa restritiva com antecedente, uma vez que, restringe o âmbito do nome, pois só os alunos que terminaram o teste e não os outros é que podem ler o livro.
Se retirássemos a oração relativa restritiva, o sentido da subordinante seria alterado. - Os alunos podem ler um pouco do livro. - neste caso, todos os alunos sem excepção podiam ler o livro, independentemente de terem concluído ou não o teste.
Estas orações relativas contém informação relevante acerca do nome cujo sentido restringem. Deste modo, estas orações não podem ser separadas do nome por vírgulas, porque exercem a função de modificador do nome restritivo, a que tradicionalmente se chamava atributo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Orações subordinadas Substantivas Relativas Sem Antecedente Não Finitas Infinitivas

Estas orações são introduzidas pelos pronomes relativos: que, quem, onde e quanto. O verbo da oração subordinada está no infinitivo impessoal, não flexionado:
Ela não tem que calçar.
Ele já tem com que escrever.
Ela procura a quem deixar o cão.
Ele sabe onde ir.

São introduzidas por pronomes relativos usados sem nomes antecedentes aos quais se refiram. Podem ser finitas ou não finitas (têm o verbo no infinitivo impessoal).
Exercem as funções sintácticas de: sujeito, predicativo do sujeito, complemento directo, complemento indirecto, complemento agente da passiva, ou ainda de complemento preposicional do verbo da subordinante. Em alguns casos introduzidas por onde, podem ainda exercer a função de modificador do verbo da subordinante.

Oração Relativa Sem Antecedente

As orações relativas sem antecedente desempenham a função de:
- Sujeito:
Quem desdenha quer comprar. - Quem é o pronome relativo que introduz a oração, o pronome não tem nenhum antecedente.
- Complemento Directo:
Respeito quem é mais fraco.
Só pagas quanto gastaste.
- Predicativo do Sujeito:
Ele não é quem se pensa.
- Complemento Indirecto:
Nem sempre se dá o valor a quem trabalha bem.
- Complemento Agente da Passiva:
O jogo foi ganho por quem jogou pior.
- Complemento preposicional do verbo da subordinante:
- Tu precisas de quem te compreenda.
- Modificador do Verbo da Subordinante:
Ele come a comida onde lhe deseja.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Orações subordinadas Substantivas completivas

Estas orações Subordinadas Substantivas Completivas podem ser finitas, as quais são introduzidas pelas conjunções que ou se, exercendo a função de:
Complemento Directo - O professor anunciou que o teste será no próximo mês.
a oração subordinada: que o teste será no próximo mês. - desempenha a função de

- complemento directo do verbo da oração subordinante anunciou.
Quando a subordinada completiva está dependente de verbos que exprimam: desejo, vontade, ordem, receio, o verbo vai para o modo conjuntivo.
Ex: Eu espero que amanhã esteja sol.
Quando são verbos que marcam interrogação ou inquirição, as subordinadas completivas podem ser introduzidas por determinantes, pronomes e advérvios. Ex: perguntei-te quem foi à festa. - Mas também pode ser: qual, que, qual, quando, como, onde, por quem, quanto, quantos.

- sujeito Ex: Espanta-me que tu não gostes. Que desempenha a função de sujeito e pode ser desempenhada por um grupo nominal. - Espanta-me tu não gostares.

- complemento preposicional do verbo de um nome ou de um adjectivo da subordinante. Ex: A atitude dele levou a que os companheiros se revoltassem. A completiva é facilmente substituível pelo grupo nominal esse facto ou pelo pronome isso, precedido pela preposição a.

- Certos adjectivos também seleccionam uma completiva como complemento preposicional. - Ex: Há opiniões opostas à que tem o João.

As orações subordinadas substantivas completivas também podem ser não finitas infinitivas - tendo o verbo no infinitivo flexionado pessoal ou no infinitivo não flexionado impessoal.
Estas orações podem desempenhar as mesmas funções referidas acima: complemento directo, sujeito e complemento preposicional do verbo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Orações subordinadas substantivas

As orações subordinadas substantivas dividem-se em completivas e em relativas sem antecedente. .
Estas frases completam um dos núcleos da frase subordinante, funcionando como grupos nominais.
Podem exercer a função sintáctica de sujeito, complemento directo, complemento indirecto e complemento preposicional do verbo da subordinante. Podem ainda ser complemento preposicional de um nome: - Foi uma boa surpresa que o Benfica tivesse ganho o jogo.
ou de um adjectivo da subordinante: - Ele está consciente de que o teste é difícil.